CANÇÃO DE PESAR PELO PODER DO HOMEM NO PODER
Bush Pai, Bush Filho, Saddam, Osama, Assad

Que direito é esse que a sí toma o homem,
Rei, ministro, presidente, chefe de nação
De, em nome de interesses vários,
Dispor da vida do seu próprio irmão ?

Que direito é esse de decisão tamanha
Que de sangue as nações se banham
Por interesses e intenções estranhas
A liberdade e paz que tem direito os homens ?

Que direito é esse que institui o horror
E o desespero de tantas famílias?
Que direito é esse que de sangue banha a terra
Oprime , humilha e faz do homem fera.
Maldito o homem que inventou a guerra.

Lavrar não ódio mas a própria gleba
Nos orçamentos de grandes nações
É um pedaço, uma fração de verbas
Que só se presta a fabricar canhões.

Mas que direito tira o direito
Da liberdade de poder viver
Do ser humano que abrevia a estrada
Sem mesmo ele entender por que?

Que argumento justifica o ato
Que desata a atra e sombria morte
A imperar no reino da inocência
Dos que sucumbem a revel da sorte.

Que lapiseira se presta assinar óbitos
Sem ter remorsos e de jeito banal
Talvez a mesma que a rendição lhe force
A ver a vida  retornar normal.

Será que o homem que nos manda a guerra
Queira provar que é bem capaz
Tentando mostrar depois pra gente
Que através da guerra objetiva a paz.

Que direito é esse que esses homens tem de
Determinar os destinos e ditar as preces
Nos mandando odiar a outros
A quem a gente nem sequer conhece ?

Que direito e força possuem esses homens
De professar e marcar nossas homilias
Desagregando e instituindo o luto como
Simbolo, marco da própria família.

Maldito, maldito cada homem
Que se associa nessa festa negra
Que a humanidade só transmite o mal
Querendo que se compreenda
Ser seu objetivo justo e natural.

Deus, senhor que em sete dias
Formou-nos todos, a humanidade
Extingue a força que esses homens tem,
Devolve ao homem sua liberdade

De viver mesmo morrendo aos poucos
Para que amanhã a paz seja eterna
E não tenhamos que amaldiçoar os homens
Que um dia hão de destruir a terra.